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PROGRAMA ELEITORAL: Moroni reclama de proibição do juiz
O vice-presidente do diretório estadual do DEM, Ruy Câmara, declarou, ontem, que a coordenação de campanha do candidato do seu partido, Moroni Torgan, decidirá hoje se ingressa ou não com um pedido de suspeição contra o juiz da 117ª Zona de Fortaleza e coordenador da propaganda eleitoral, Emanuel Leite Albuquerque. Procurado, o magistrado disse que a petição é um direito de qualquer candidato, mas que não comentaria o fato ou qualquer decisão.
Desde o último domingo, Moroni Torgan e Ruy Câmara têm reclamado quanto à decisão do juiz que favorece à representação impetrada pela coligação “Fortaleza cada vez melhor”, da prefeita Luizianne Lins (PT). A ordem judicial “proíbe” Moroni a pronunciar, em suas inserções de propaganda eleitoral, a palavra “lama” e a seguinte expressão: “a verdade deve prevalecer sobre a mentira”, segundo informou Ruy Câmara.
O vice-presidente do DEM, advoga que algumas imagens exibidas no programa de Moroni mostram que a cidade está “feia, suja e doente”. Portanto, conforme ressaltou, não havia como deixar de ser mencionada a palavra “lama”. “Estamos nos sentindo tolhidos”, afirmou Ruy Câmara, ao defender que as palavras de Moroni não implicam em “agressão pessoal a ninguém”, sustenta.
Quanto ao que diz respeito à expressão “a verdade deve prevalecer sobre a mentira”, Câmara observa que o candidato por seu partido faz um apelo a um princípio básico da Justiça, “porque a mentira não pode se sobressair sobre nada”.
Desde o último domingo, Moroni Torgan e Ruy Câmara têm reclamado quanto à decisão do juiz que favorece à representação impetrada pela coligação “Fortaleza cada vez melhor”, da prefeita Luizianne Lins (PT). A ordem judicial “proíbe” Moroni a pronunciar, em suas inserções de propaganda eleitoral, a palavra “lama” e a seguinte expressão: “a verdade deve prevalecer sobre a mentira”, segundo informou Ruy Câmara.
O vice-presidente do DEM, advoga que algumas imagens exibidas no programa de Moroni mostram que a cidade está “feia, suja e doente”. Portanto, conforme ressaltou, não havia como deixar de ser mencionada a palavra “lama”. “Estamos nos sentindo tolhidos”, afirmou Ruy Câmara, ao defender que as palavras de Moroni não implicam em “agressão pessoal a ninguém”, sustenta.
Quanto ao que diz respeito à expressão “a verdade deve prevalecer sobre a mentira”, Câmara observa que o candidato por seu partido faz um apelo a um princípio básico da Justiça, “porque a mentira não pode se sobressair sobre nada”.



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