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Experiência e gestão
Cenas de tiros no meio da mata. Era o fim da sessão do filme Indiana Jones quando Luiz Gastão Bittencourt (PPS) entrou na sala de cinema do Centro Cultural Sesc Luiz Severiano Ribeiro - mais conhecido como Cine São Luiz, na Praça do Ferreira -, por volta das 16 horas. Entrou rapidamente para ver como estava o ambiente e saiu para conceder entrevista ao O POVO. Chegou só, carregando uma mochila com aparência surrada, da marca Oakley, e semi-aberta.
Uma cópia do projeto de ampliação daquele centro cultural - arrendado pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio) - impedia o fechamento total da mochila. A primeira atitude dele foi tirar as plantas do projeto para mostrá-las. "Tenho convivido muito com essa parte cultural e tenho percebido a importância dela para a vida das pessoas. E o São Luiz tem um pouco disso", justificou a escolha do local para apresentar-se ao eleitorado fortalezense.
A idéia do projeto - contou apresentando alguns pontos - é ampliar o local construindo galeria de arte no subsolo, espaço para apresentações de corais, bar, e melhorar os acessos. Não escondeu que o usará na campanha a seu favor. "Não é (apresentá-lo) como feito meu, mas de toda uma equipe que eu liderei", explicou.
Fluminense, natural de Petrópolis, Gastão quer mostrar que é bom de gestão. Vai aproveitar sua administração na Fecomércio e outros sindicatos para tal. Aos seus 45 anos, relembrou que veio a Fortaleza pela primeira vez aos oito e que aos 19 criou raízes na cidade para gerenciar uma empresa. "Eu vim por opção", disse ele explicando que recebeu propostas para outros locais.
Não apenas o São Luiz será mostrado. O candidato do PPS, que corre por lazer e tem saudades da época em que as calçadas de Fortaleza eram tomadas por cadeiras, adiantou que outros projetos desenvolvidos pela Fecomércio estarão presentes na campanha, como as escolas do Sesc e a doação de alimentos pelo Mesa Brasil.
"Minha gestão à frente da Fecomércio me credencia sim (para ser candidato)", declarou explicando que lá não tem nepotismo, não existe barganha política por cargos e que a gestão é democrática.
Aparentou desconforto quando questionado sobre o fato de ser sua primeira campanha a um cargo público. "Participei de várias eleições. Eleições sindicais não deixam de ser eleições", comentou.
Acordos
Gastão argumentou que prefeito tem que ter capacidade de articular soluções com a sociedade, não apenas de fazer acordos políticos. "Não tenho a habilidade dos discursos, mas nenhum deles (demais candidatos) tem experiência prática e comprovada como eu tenho".
Espera ganhar no primeiro turno? "Antigamente se dizia que barriga de mulher, cabeça de juiz e urna você nunca sabe o que vem. A urna ainda é um grande mistério", respondeu. Observou que, nas últimas campanhas, os favoritos não ganharam e negou que as eleições deste ano sejam um trampolim para uma candidatura a deputado federal em 2010. "Poderia ter sido candidato a deputado federal e não fui. Me considero mais um gestor do que parlamentar".
Uma cópia do projeto de ampliação daquele centro cultural - arrendado pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio) - impedia o fechamento total da mochila. A primeira atitude dele foi tirar as plantas do projeto para mostrá-las. "Tenho convivido muito com essa parte cultural e tenho percebido a importância dela para a vida das pessoas. E o São Luiz tem um pouco disso", justificou a escolha do local para apresentar-se ao eleitorado fortalezense.
A idéia do projeto - contou apresentando alguns pontos - é ampliar o local construindo galeria de arte no subsolo, espaço para apresentações de corais, bar, e melhorar os acessos. Não escondeu que o usará na campanha a seu favor. "Não é (apresentá-lo) como feito meu, mas de toda uma equipe que eu liderei", explicou.
Fluminense, natural de Petrópolis, Gastão quer mostrar que é bom de gestão. Vai aproveitar sua administração na Fecomércio e outros sindicatos para tal. Aos seus 45 anos, relembrou que veio a Fortaleza pela primeira vez aos oito e que aos 19 criou raízes na cidade para gerenciar uma empresa. "Eu vim por opção", disse ele explicando que recebeu propostas para outros locais.
Não apenas o São Luiz será mostrado. O candidato do PPS, que corre por lazer e tem saudades da época em que as calçadas de Fortaleza eram tomadas por cadeiras, adiantou que outros projetos desenvolvidos pela Fecomércio estarão presentes na campanha, como as escolas do Sesc e a doação de alimentos pelo Mesa Brasil.
"Minha gestão à frente da Fecomércio me credencia sim (para ser candidato)", declarou explicando que lá não tem nepotismo, não existe barganha política por cargos e que a gestão é democrática.
Aparentou desconforto quando questionado sobre o fato de ser sua primeira campanha a um cargo público. "Participei de várias eleições. Eleições sindicais não deixam de ser eleições", comentou.
Acordos
Gastão argumentou que prefeito tem que ter capacidade de articular soluções com a sociedade, não apenas de fazer acordos políticos. "Não tenho a habilidade dos discursos, mas nenhum deles (demais candidatos) tem experiência prática e comprovada como eu tenho".
Espera ganhar no primeiro turno? "Antigamente se dizia que barriga de mulher, cabeça de juiz e urna você nunca sabe o que vem. A urna ainda é um grande mistério", respondeu. Observou que, nas últimas campanhas, os favoritos não ganharam e negou que as eleições deste ano sejam um trampolim para uma candidatura a deputado federal em 2010. "Poderia ter sido candidato a deputado federal e não fui. Me considero mais um gestor do que parlamentar".



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