Grandes shows dividem opiniões
Candidata à reeleição, Luizianne Lins (PT) foi a única que defendeu, sem restrições, a continuidade da política de contratação de artistas renomados, a exemplo do show do cantor e compositor Roberto Carlos, promovida pela Prefeitura em abril. Ela argumentou que a população da cidade tem direito à diversão, cultura, arte e felicidade. “Essas atividades não só contemplam essas necessidades, como geram emprego e renda - desde o vendedor ambulante até a rede hoteleira - e incrementam o turismo”, justificou Luizianne. Outros três candidatos - Luiz Gastão (PPS), José Carlos (PCB) e Fernandes Filho (PSDC) também responderam “sim” à enquete. Moroni Torgan (DEM), Adahil Barreto (PR) e Aguiar Júnior (PTC) não se posicionaram objetivamente, enquanto Renato Roseno (PSol) e Sílvio Frota (PAN) disseram-se contra a contratação de artistas.
O candidato do PSol diz que privilegiará as variadas formas de expressão artística. “A cultura não pode ser vista por um viés utilitário, que confunde o direito à arte e ao lazer com peça de marketing político”. Já Sílvio Frota afirma que valorizará artistas locais, com cachês “verdadeiramente entregues aos respectivos”.
Os três candidatos que admitiram continuar promovendo shows com grandes atrações nacionais - Gastão, José Carlos e Fernandes Filho - defenderam, todavia, a valorização de atrações locais. “Teremos shows e apresentações com artistas locais em todas as seis regionais e não apenas na avenida Beira-Mar”, comentou Gastão.
“Os espetáculos devem atender à educação das massas e combinar artistas locais com convidados de renome”, completou José Carlos, do PCB. “Há de se dar maior visibilidade aos artistas da terra”, acrescentou Fernandes Filho.
Entre os que não disseram nem “sim” nem “não” à pergunta, Moroni afirmou que pretende cumprir e aprimorar o calendário festivo da cidade, com recursos públicos e privados. Adahil Barreto não entrou no mérito da questão. “Decidirei de acordo com as circunstâncias, levando em consideração o interesse público”, disse ele.
O candidato do PSDC, Aguiar Júnior, aproveitou a apresentação de Roberto Carlos para fazer um trocadilho com questões ligadas à saúde pública de Fortaleza. “Depois do show, o ‘rei’ foi embora e quem ficou reinando na cidade foi o mosquito da dengue”. (Erivaldo Carvalho)
O candidato do PSol diz que privilegiará as variadas formas de expressão artística. “A cultura não pode ser vista por um viés utilitário, que confunde o direito à arte e ao lazer com peça de marketing político”. Já Sílvio Frota afirma que valorizará artistas locais, com cachês “verdadeiramente entregues aos respectivos”.
Os três candidatos que admitiram continuar promovendo shows com grandes atrações nacionais - Gastão, José Carlos e Fernandes Filho - defenderam, todavia, a valorização de atrações locais. “Teremos shows e apresentações com artistas locais em todas as seis regionais e não apenas na avenida Beira-Mar”, comentou Gastão.
“Os espetáculos devem atender à educação das massas e combinar artistas locais com convidados de renome”, completou José Carlos, do PCB. “Há de se dar maior visibilidade aos artistas da terra”, acrescentou Fernandes Filho.
Entre os que não disseram nem “sim” nem “não” à pergunta, Moroni afirmou que pretende cumprir e aprimorar o calendário festivo da cidade, com recursos públicos e privados. Adahil Barreto não entrou no mérito da questão. “Decidirei de acordo com as circunstâncias, levando em consideração o interesse público”, disse ele.
O candidato do PSDC, Aguiar Júnior, aproveitou a apresentação de Roberto Carlos para fazer um trocadilho com questões ligadas à saúde pública de Fortaleza. “Depois do show, o ‘rei’ foi embora e quem ficou reinando na cidade foi o mosquito da dengue”. (Erivaldo Carvalho)




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